sexta-feira, 29 de julho, 2016

Colgate-Palmolive tem lucro maior e venda menor no 2º trimestre

A Colgate-Palmolive registrou no segundo trimestre deste ano lucro líquido de US$ 600 milhões, ganho 4,53% superior ao registrado em igual período de 2015. Na mesma base de comparação, as vendas líquidas recuaram 5,44%, para US$ 3,845 bilhões.
A empresa disse que o resultado entre abril e junho foi afetado pela desvalorização das moedas dos países em que atua fora dos Estados Unidos ante o dólar, por custos do programa de reestruturação lançado pela companhia em 2012 e ainda por baixas contábeis relacionadas a recursos retidos na Venezuela.
O lucro operacional da Colgate-Palmolive no segundo trimestre deste ano ficou em US$ 944 milhões, acima dos US$ 932 milhões de um ano antes. Mas se excluídos os efeitos não recorrentes relacionados à reestruturação e à Venezuela, esse indicador financeiro teria sido de US$ 1,003 bilhão, disse a empresa em release de resultados.
América Latina
Na América Latina, as vendas líquidas da Colgate-Palmolive recuaram 16,5%. Houve uma queda de 13,5% em volume, parcialmente atenuada pelo incremento de 9,5% nos preços dos produtos comercializados. As vendas orgânicas aumentaram 9,5%.
A empresa disse que o desempenho positivo apurado na América Central e no México ajudou a anular o impacto negativo da operação no Brasil e na Argentina.
O lucro operacional na América Latina recuou 12% no segundo trimestre na comparação anual, ficando em US$ 284 milhões. Mas a margem de lucro operacional em relação às vendas na região cresceu 1,8 ponto percentual, para 30,3%.
A Colgate disse ter reforçado a liderança no segmento de pasta de dentes em toda a América Latina durante o trimestre, impulsionada por ganhos de participação de mercado no Brasil, Argentina, Colômbia, Nicarágua, Peru, Uruguai, Paraguai e Costa Rica.
"O crescimento orgânico das vendas foi liderado pelos mercados emergentes, onde as vendas orgânicas cresceu um forte 6,5 %, apesar dos desafios econômicos em vários países", disse o presidente da empresa, Ian Cook, em comunicado.
O executivo afirmou que espera uma leve queda, de um dígito médio, nas vendas líquidas para o ano, devido ao câmbio. A empresa planeja para o ano um aumento da margem bruta.
UOL
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