segunda-feira, 30 de janeiro, 2017

Comércio tem pior resultado em 16 anos

Da mesma forma que o hambúrguer Big Mac é aceito em mais de 100 países como régua para medir a sobre ou subvalorização de uma moeda frente ao dólar norte-americano, o plástico se firmou como sensor econômico informal, dada a diversidade de mercados para suas aplicações. Projeções setoriais preliminares sobre o exercício de 2016 indicam que a produção física de transformados caiu 5,6% e a receita do setor recuou 11,1%. Na ponta da cadeia, essas estimativas vermelhas são endossadas por recém divulgada pesquisa da Serasa Experian sobre as vendas do comércio no país. O balanço gera indica declínio de 6,6% no ano passado versus 2015, o pior saldo aferido no varejo nos últimos 16 anos. Entre os números na UTI, despontam o declínio de 7% no movimento de super e hipermercados e de alimentos e bebidas. Na esfera de veículos, motos e peças, a queda constada rondou 13%. Em móveis, eletroeletrônicos e informática, o desabamento foi dimensionado em 11,1%,enquanto o comércio de materiais de construção amargou déficit de 5,4% no ano passado.
Plásticos em Revista
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