segunda-feira, 28 de maio, 2018

Greve Paralisa o País em Vários Setores

A greve dos caminhoneiros chega ao seu quinto dia e causa ainda mais transtornos em 22 Estados e Distrito Federal. Acompanhe como o País está sendo afetado e o posicionamento de algumas entidades: FecomercioSP A entidade aponta para um risco de perda diária de R$ 1,8 bilhão no Estado de São Paulo e de R$ 5,4 bilhões em todo o País, caso esta crise chegue ao seu limite. O reflexo para o varejo na cidade de São Paulo pode acarretar perdas de vendas de até R$ 570 milhões por dia. Ebit A Ebit reduziu em 7,4 pontos percentuais - de 20,7% para 13,3% a expectativa de crescimento para o setor no mês de maio na comparação ante ao mesmo período do ano passado, que foi de R$ 3,79 bilhões. A expectativa inicial era de um faturamento de R$ 4,58 bilhões, que foi reduzida R$ 4,30 bilhões uma perda estimada de R$ 280 milhões. Supermercados A greve já afeta o abastecimento dos supermercados do Grupo GPA. As lojas Extra, Assaí e Pão de Açúcar já registram falta de itens do setor de hortifrúti. Os estoques de carnes e aves também começam a ser impactados. Com o Carrefour não é diferente. A rede, em alguns estabelecimentos, está limitando as compras a apenas cinco unidades por produto. Restaurantes O desabastecimento afeta o McDonald's que está sem receber pão. Ingredientes estão com o estoque limitado. A empresa, em nota, afirma que podem faltar alguns produtos do cardápio. Outra rede de restaurantes que está sendo afetada é a Madero. De acordo coma empresa, as lojas não têm mais estoque a partir de sábado. Abia Para a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) revela que - considerando apenas 2 das 106 associadas - são mais de 315 caminhões com alimentos perecíveis parados em estradas. Uma das empresas associadas relata mais de 1.100 toneladas de produtos não entregues a clientes. Esses atrasos devem significar perdas em torno de R$ 3 milhões. "Reconhecemos a legitimidade da greve iniciada pelo movimento de caminhoneiros independentes, no entanto, chamamos atenção para riscos dos bloqueios à circulação de alimentos perecíveis, que, além do desperdício, trazem prejuízos para toda a cadeia produtiva. O setor da alimentação no Brasil reúne mais de 35 mil indústrias. A Abia entende que o movimento deve preservar o fluxo de alimentos e pede urgência nas negociações entre a CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), a ABCam (Associação Brasileira de Caminhoneiros) e o Governo Federal, para rápida solução da questão." Apas A Apas se posicionou à imprensa afirmando que as paralisações dos caminhoneiros autônomos têm causado desabastecimento nos supermercados, em especial itens de FLV (Frutas, Legumes e Verduras), que são perecíveis e dependem de abastecimento diário. Carnes, leite e derivados, panificação congelada e produtos industrializados que levam proteínas no processo de fabricação estão com as entregas comprometidas. A entidade espera resoluções imediatas e de fato eficazes do governo para que os empresários não sejam impactados e, principalmente, que a população não sofra com a falta de produtos de necessidade básica. Abrafarma Segundo a entidade, 6,3 milhões de medicamentos, que atenderiam 90% do território brasileiro e 2,4 milhões de consumidores, estão ameaçados de não chegar ao seu destino. A entidade revelou que as principais dificuldades atingem os chamados medicamentos termolábeis, que devem ser mantidos refrigerados. FecomercioSP A entidade aponta para um risco de perda diária de R$ 1,8 bilhão no Estado de São Paulo e de R$ 5,4 bilhões em todo o País, caso esta crise chegue ao seu limite. O reflexo para o varejo na cidade de São Paulo pode acarretar perdas de vendas de até R$ 570 milhões por dia. Ebit A Ebit reduziu em 7,4 pontos percentuais - de 20,7% para 13,3% a expectativa de crescimento para o setor no mês de maio na comparação ante ao mesmo período do ano passado, que foi de R$ 3,79 bilhões. A expectativa inicial era de um faturamento de R$ 4,58 bilhões, que foi reduzida R$ 4,30 bilhões uma perda estimada de R$ 280 milhões. Supermercados A greve já afeta o abastecimento dos supermercados do Grupo GPA. As lojas Extra, Assaí e Pão de Açúcar já registram falta de itens do setor de hortifrúti. Os estoques de carnes e aves também começam a ser impactados. Com o Carrefour não é diferente. A rede, em alguns estabelecimentos, está limitando as compras a apenas cinco unidades por produto. Restaurantes O desabastecimento afeta o McDonald's que está sem receber pão. Ingredientes estão com o estoque limitado. A empresa, em nota, afirma que podem faltar alguns produtos do cardápio. Outra rede de restaurantes que está sendo afetada é a Madero. De acordo coma empresa, as lojas não têm mais estoque a partir de sábado. Abia Para a Associação Brasileira das Indústrias da Alimentação (Abia) revela que - considerando apenas 2 das 106 associadas - são mais de 315 caminhões com alimentos perecíveis parados em estradas. Uma das empresas associadas relata mais de 1.100 toneladas de produtos não entregues a clientes. Esses atrasos devem significar perdas em torno de R$ 3 milhões. "Reconhecemos a legitimidade da greve iniciada pelo movimento de caminhoneiros independentes, no entanto, chamamos atenção para riscos dos bloqueios à circulação de alimentos perecíveis, que, além do desperdício, trazem prejuízos para toda a cadeia produtiva. O setor da alimentação no Brasil reúne mais de 35 mil indústrias. A Abia entende que o movimento deve preservar o fluxo de alimentos e pede urgência nas negociações entre a CNTA (Confederação Nacional dos Transportadores Autônomos), a ABCam (Associação Brasileira de Caminhoneiros) e o Governo Federal, para rápida solução da questão." Apas A Apas se posicionou à imprensa afirmando que as paralisações dos caminhoneiros autônomos têm causado desabastecimento nos supermercados, em especial itens de FLV (Frutas, Legumes e Verduras), que são perecíveis e dependem de abastecimento diário. Carnes, leite e derivados, panificação congelada e produtos industrializados que levam proteínas no processo de fabricação estão com as entregas comprometidas. A entidade espera resoluções imediatas e de fato eficazes do governo para que os empresários não sejam impactados e, principalmente, que a população não sofra com a falta de produtos de necessidade básica. Abrafarma Segundo a entidade, 6,3 milhões de medicamentos, que atenderiam 90% do território brasileiro e 2,4 milhões de consumidores, estão ameaçados de não chegar ao seu destino. A entidade revelou que as principais dificuldades atingem os chamados medicamentos termolábeis, que devem ser mantidos refrigerados.
Giro News - 25/05/2018
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